quinta-feira, 19 de novembro de 2009

PIB de Pernambuco cresce 5,4%


O Produto Interno Bruto (PIB) de Pernambuco apresentou crescimento real de 5,4%, terceiro maior resultado da Região Nordeste (4,8%), mas abaixo do crescimento do País (6,1%), em 2007. Em relação ao Nordeste, esse quadro é verificado pelo segundo ano consecutivo, já que em 2006 o crescimento real do PIB da Região também foi de 4,8%, contra 5,1% em Pernambuco. Entre 2003 e 2005, o crescimento do PIB estadual ficou abaixo do registrado pelo Nordeste.
O valor estimado foi de R$ 62,2 bilhões (2,3% do PIB Nacional) superior ao de 2006, que foi de R$ 55,4 bilhões (2,3%). Dessa forma, o Estado manteve-se como o 10º maior PIB nacional. Na série (2002-2007) apresentou o 23º maior crescimento em volume (19,4%). O PIB per capita de Pernambuco cresceu de R$ 6.526,63 (2006) para R$ 7.336,78 (2007), mas o Estado manteve-se na 21ª posição entre as Unidades da Federação.

Em Pernambuco, o setor de agropecuária apresentou uma elevação, em termos reais, de 3,1% no seu valor agregado em 2007. O resultado foi fortemente influenciado pela expansão das atividades de criação de bovinos e outros produtos de origem animal (8,5%) e criação de aves (23,9%), esta última decorrente da instalação de plantas industriais para o abate de aves no estado.

Com crescimento real de 6,9% em relação ao ano de 2006, a indústria de transformação e da construção civil foram os destaques da atividade industrial com taxas de 7,4% e de 7,1%, respectivamente. No ano de 2007 obras importantes impulsionaram a construção civil como a continuidade da duplicação da BR101, construção da ferrovia transnordestina e a “transposição” do São Francisco, além da ampliação do complexo industrial de Suape, como o Estaleiro Atlântico Sul, a Refinaria Abreu e Lima e o Pólo Petroquímico de Suape, e do boom das imobiliárias.

A atividade de serviços no Estado de Pernambuco cresceu 4,6%, quando comparado a 2006. As atividades que se destacaram foram: intermediação financeira, seguros e previdência complementar (15,1%), serviços prestados às empresas (7,6%) e comércio (7,4%).

Com informações da assessoria

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