terça-feira, 15 de maio de 2012
Estiagem no interior de PE prejudica safra de feijão e faz preço subir
Preços nas prateleiras vão desde R$ 3,45 a pouco mais de R$ 6 o quilo.
Nutricionista ensina a substituir por outros produtos de mesmo valor nutricional.
A falta de chuva no interior de Pernambuco tem prejudicado a safra de muitos produtos importantes para a mesa do consumidor. Um deles é o feijão, que está disparando no preço. Mas, ele pode ser substituído por outro produto, sem muita alteração nutricional.
Todo mês, feijão não falta no carrinho de Edinete e Marcos. A quantidade varia de dois a quatro quilos por mês. A compra é certa, apesar do preço. “Aumentou muito de um tempo pra cá. Já comprei a R$ 2,80, R$ 2,50, está por R$ 5, R$ 4, R$ 6, um preço meio absurdo”, disse a consultora Edinete Barbosa.
Até o preço baixar, o consumidor vai se virando como pode para economizar. E, neste caso, criatividade e informação sempre ajudam. Uma dica é variar o tipo do feijão. Existem vários, mas três deles têm preços diferentes e características bem parecidas: o verde, o preto e o mulatinho ou carioquinha.
Os preços vão desde os R$ 3,45 a pouco mais de R$ 6,00 o quilo. Com relação as informações nutricionais, o verde é o que passou menos tempo no pé. Não chegou a se desenvolver por completo, por isso, tem menos ferro e fósforo. Por outro lado, tem menos calorias e mais fibras. Bom para quem tem diabetes ou quer perder peso. O preto é o que tem mais fósforo, que dá energia, disposição para aguentar a correria do dia a dia. O mais rico em ferro e vitaminas do complexo B é o mulatinho.
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